sexta-feira, 6 de julho de 2007

-Yaaaawn!...-

Quando o sol está quase, quase para nascer e vai rebentando do chão dos prédios, invadindo lentamente a cidade; quando os cães passeiam os seus ensonados donos e os pássaros se sobrepõem ao silêncio; quando as pessoas passeiam nos passeios e nas estradas do centro em vez de estarem atrasadas para ir a algum lado;
então Lisboa parece só mais uma aldeia em algum sítio vagaroso e calmo, apenas com ruas mais largas que a maioria das aldeias.